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Página 4 de 7 Em 2000 o Gen Rosso estréia com “Streetlight – the Musical”, baseado em uma história real advinda em 1969. É a história de Charles Moats, um rapaz afro-americano que vivia em um gueto negro de Chicargo. É também a história de Jordam, namorado de Lisa essa irmã de Trey – chefe de uma gangue que tem o controle do bairro onde vivem todos. Charles, integrante da Streetlight Band, desejava através da música, propor um ideal de paz e de fraternidade. São idéias estas que revolucionaram a vida de Charles ao ponto de assumir conseqüências estremas pra ele e o seu amigo Jordan. Uma estrutura narrativa moderna e cenografia urbana. Hip-hop nas coreografias e um crossover musical que não se intimida em aventurar-se entre rock e blues, entre melodias e rap, tango, música africana e céltica. É a maior produção com a qual o Gen Rosso já trabalhou. Apresentada em todo o mundo em mais de 450 espetáculos. Merecendo destaque as apresentações que envolveram um público de mais de 7000 jovens na Universidade “La Sapienza” em Roma, no Filaforum di Assago (Milão) com 10.000 espectadores, a participação, em Roma, na XV Jornada Internacional da Luta contra a Droga promovida pelas Nações Unidas, no cárcere para menores de Hameln e em um de máxima segurança em Straubing e Wuppertal (Alemanha), a turnê na Holanda, Suíça, Itália, Alemanha, Albânia, Espanha e Portugal. Em 2005 Streetlight chega à Tailândia com apresentações em Bangkok para milhares de jovens, com a presença de autoridades nacionais e embaixadores de diversos países. Em 2006, na África do Sul com algumas canções inéditas em Soweto, Johannesburg, Pretoria e Taung. Logo em seguida, a turnê no Brasil com mais de 110.000 espectadores: do Rio de Janeiro à Amazônia, do contexto “afro” de Salvador à metrópoles de São Paulo e à vivacidade de Recife.
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